quinta-feira, 27 de junho de 2019

Dados - Ney Sayao - A partir de 66,00 Dólares


Coração - Ney Sayão - Pinho de Riga medindo 10 cm. - 53,00 Dólares


Corações - Ney Sayão a partir de 53,00 Dólares





Os Corações confeccionados no Atelier Ney Sayão já viraram uma febre no mercado das Artes, adquira já o seu, a partir de apenas 53,00 Dólares.


Dado de Pinho de Riga - Ney Sayão - 390,63 Dólares



Esfera - 1.042,00 dólares.



Ney Sayão com uma de suas famosas Esferas de Resíduo Florestal


domingo, 12 de fevereiro de 2017

Acreditando que todas as obras de resíduo florestal contem vida por conta da energia trocada entre autor e matéria o artista conceitua suas obras como "ressurreição" vida pós a morte....

segunda-feira, 4 de julho de 2016

No mito, Medusa é descrita com a cabeça cheia de serpentes e sua história diz que ela foi uma mulher deslumbrante, que todos os homens da Grécia queriam possuir e todas as mulheres a invejavam. Medusa não podia se casar porque era sacerdotisa de Atena deusa da guerra e suas servas estavam além dos desejos masculinos, por isso deveriam permanecer virgens, entretanto Poseidon, enlouquecido pelo desejo, violentou a sacerdotisa dentro do templo de Atena. Que ao saber voltou sua ira contra Medusa por achar que ela profanou seu templo e jogou uma maldição sobre a sacerdotisa que de bela se torna um monstro. No mito, Medusa se tornou uma criatura chamada gorgona. A mudança em sua aparência foi só o início do castigo, pois seu olhar passou a petrificar as pessoas, além de torná-la alvo para os guerreiros, já que Atena ofereceu ao guerreiro que trouxesse a cabeça de medusa maior arma de uma batalha. Transformando as serpentes da cabeça de Medusa em falos, o autor consegue trazer para o exterior de Medusa o seu mostro interior, criando uma imagem impactante sobre o medo. Já que a violência de Poseidon e a incompreensão de Atena a impediram durante toda a vida de olhar no espelho e não ser alvo de sua própria imagem. Medusa, assim como muitas mulheres foi a vitima que tornou-se vilã pela incompreensão daqueles que muitas vezes esperamos nos proteger. A medusa impactante de Ney Sayão é uma forma de protesto contra a violência sexual perante as mulheres. Aquilo que nos fere fica de tal forma em nossa cabeça que se torna dono dos nossos pensamentos e nos transforma em monstros incompreendidos. Texto: Keyla Magalhães e Ney Sayão.


sábado, 15 de fevereiro de 2014

Medusa _ Escultura em Terracota



Obra  de Ney Sayão - Terracota 47 x 32 


No mito, Medusa é descrita com a cabeça cheia de serpentes e sua história diz que ela foi uma mulher deslumbrante, que todos os homens da Grécia queriam possuir e todas as mulheres a invejavam. 

Medusa não podia se casar porque era sacerdotisa de Atena deusa da guerra e suas servas estavam além dos desejos masculinos, por isso deveriam permanecer virgens, entretanto Poseidon, enlouquecido pelo desejo, violentou a sacerdotisa dentro do templo de Atena. Que ao saber voltou sua ira contra Medusa por achar que ela profanou seu templo e jogou uma maldição sobre a sacerdotisa que de bela se torna um monstro.


No mito, Medusa se tornou uma criatura chamada gorgona. A mudança em sua aparência foi só o início do castigo, pois seu olhar passou a petrificar as pessoas, além de torná-la alvo para os guerreiros, já que Atena ofereceu ao guerreiro que trouxesse a cabeça de medusa maior arma de uma batalha. 

Transformando as serpentes da cabeça de Medusa em falos, o autor consegue trazer para o exterior de Medusa o seu mostro interior, criando uma imagem impactante sobre o medo. Já que a violência de Poseidon e a incompreensão de Atena a impediram durante toda a vida de olhar no espelho e não ser alvo de sua própria imagem.

Medusa, assim como muitas mulheres foi a vitima que tornou-se vilã pela incompreensão daqueles que muitas vezes esperamos nos proteger. 

A medusa impactante de Ney Sayão é uma forma de protesto contra a violência sexual perante as mulheres. 
Aquilo que nos fere fica de tal forma em nossa cabeça que se torna dono dos nossos pensamentos e nos transforma em monstros incompreendidos. 
Texto: 
Keyla Magalhães e Ney Sayão.